Escola Austriaca - Mercado e Criatividade Empresarial


Escola Austriaca - Mercado e Criatividade Empresarial
de Jesús Huerta de Soto

1ª edição
"La escuela austriaca. Mercado y creatividad empresarial"
Editorial Sintesis

Edição portuguesa
"Escola Austriaca - Mercado e Criatividade Empresarial"
Espírito das Leis
Traduzido por André Azevedo Alves
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Capitulos



Capa

Prefácio
Nota do Presidente da Causa Liberal
Nota do Editor
Prefácio
Estudo Introdutório
Introdução

1. Princípios essenciais da Escola Austríaca
1.1. A teoria da acção dos austríacos frente à teoria da decisão dos neoclássicos
1.2. O subjectivismo austríaco frente ao objectivismo neoclássico
1.3. O empresário austríaco frente ao homo oeconomicus neoclássico
1.4. A possibilidade de erro empresarial puro (austríacos) frente à racionalização a posteriori de todas as decisões (neoclássicos)
1.5. A informação subjectiva dos austríacos frente à informação objectiva dos neoclássicos
1.6. O processo empresarial de coordenação dos austríacos frente aos modelos de equilíbrio (geral e/ou parcial) dos neoclássicos
1.7. O carácter subjectivo que os custos têm para os austríacos frente ao conceito de custo objectivo dos neoclássicos
1.8. O formalismo verbal dos austríacos frente à formalização matemática dos neoclássicos
1.9. A conexão da teoria com o mundo empírico: os diferentes entendimentos do conceito de “previsão”
1.10. Conclusão

2. Conhecimento e função empresarial
2.1. Definição de função empresarial
2.2. Informação, conhecimento e empresarialidade
2.3. Conhecimento subjectivo e prático, não científico
2.4. Conhecimento exclusivo e disperso
2.5. Conhecimento tácito não articulável
2.6. O carácter essencialmente criativo da função empresarial
2.7. Criação de informação
2.8. Transmissão de informação
2.9. Efeito aprendizagem: coordenação e ajustamento
2.10. O princípio essencial
2.11. Competição e função empresarial
2.12. Conclusão: o conceito de sociedade para a Escola Austríaca

3. Carl Menger e os precursores da Escola Austríaca
3.1. Introdução
3.2. Os escolásticos do Século de Ouro espanhol como precursores da Escola Austríaca
3.3. A decadência da tradição escolástica e a influência negativa de Adam Smith
3.4. Menger e a perspectiva subjectivis da Escola Austríaca: a concepção da acção como um conjunto de etapas subjectivas, a teoria subjectiva do valor e a lei da utilidade marginal
3.5. Menger e a teoria económica das instituições sociais
3.6. A Methodenstreit, ou a polémica sobre os métodos

4. Böhm-Bawerk e a teoria do capital
4.1. Introdução
4.2. A acção humana como conjunto de etapas subjectivas
4.3. Capital e bens de capital
4.4. A taxa de juro
4.5. Böhm-Bawerk contra Marshal
4.6. Böhm-Bawerk contra Marx
4.7. Böhm-Bawerk contra John Bates Clark e o seu conceito mítico de capital
4.8. Wieser e o conceito subjectivo de custo de oportunidade
4.9. O triunfo do modelo de equilíbrio e do formalismo positivista

5. Ludwig von Mises e a concepção dinâmica do mercado
5.1. Introdução
5.2. Breve resenha biográfica
5.3. A teoria da moeda, do crédito e dos ciclos económicos
5.4. O teorema da impossibilidade do socialismo
5.5. A teoria da função empresarial
5.6. O método da economia política: teoria e história
5.7. Conclusão

6. F. A. Hayek e a ordem espontânea do mercado
6.1. Introdução biográfica
6.2. Investigações sobre o ciclo económico: a descoordenação inter-temporal
6.3. Polémicas com Keynes e a Escola de Chicago
6.4. O debate com os socialistas e a crítica à engenharia social
6.5. Direito, legislação e liberdade

7. O renascimento da Escola Austríaca
7.1. A crise da análise de equilíbrio e do formalismo matemático
7.2. Rothbard, Kirzner e o ressurgimento da Escola Austríaca
7.3. O actual programa de investigação da Escola Austríaca
7.4. Resposta a alguns comentários críticos
7.5. Conclusão: uma avaliação comparativa do paradigma neoclássico

Bibliografia



Causa Liberal