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Escola Austriaca - Mercado e Criatividade Empresarial |
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Capitulos |
Capa Prefácio Nota do Presidente da Causa Liberal Nota do Editor Prefácio Estudo Introdutório Introdução 1. Princípios essenciais da Escola Austríaca 1.1. A teoria da acção dos austríacos frente à teoria da decisão dos neoclássicos 1.2. O subjectivismo austríaco frente ao objectivismo neoclássico 1.3. O empresário austríaco frente ao homo oeconomicus neoclássico 1.4. A possibilidade de erro empresarial puro (austríacos) frente à racionalização a posteriori de todas as decisões (neoclássicos) 1.5. A informação subjectiva dos austríacos frente à informação objectiva dos neoclássicos 1.6. O processo empresarial de coordenação dos austríacos frente aos modelos de equilíbrio (geral e/ou parcial) dos neoclássicos 1.7. O carácter subjectivo que os custos têm para os austríacos frente ao conceito de custo objectivo dos neoclássicos 1.8. O formalismo verbal dos austríacos frente à formalização matemática dos neoclássicos 1.9. A conexão da teoria com o mundo empírico: os diferentes entendimentos do conceito de “previsão” 1.10. Conclusão 2. Conhecimento e função empresarial 2.1. Definição de função empresarial 2.2. Informação, conhecimento e empresarialidade 2.3. Conhecimento subjectivo e prático, não científico 2.4. Conhecimento exclusivo e disperso 2.5. Conhecimento tácito não articulável 2.6. O carácter essencialmente criativo da função empresarial 2.7. Criação de informação 2.8. Transmissão de informação 2.9. Efeito aprendizagem: coordenação e ajustamento 2.10. O princípio essencial 2.11. Competição e função empresarial 2.12. Conclusão: o conceito de sociedade para a Escola Austríaca 3. Carl Menger e os precursores da Escola Austríaca 3.1. Introdução 3.2. Os escolásticos do Século de Ouro espanhol como precursores da Escola Austríaca 3.3. A decadência da tradição escolástica e a influência negativa de Adam Smith 3.4. Menger e a perspectiva subjectivis da Escola Austríaca: a concepção da acção como um conjunto de etapas subjectivas, a teoria subjectiva do valor e a lei da utilidade marginal 3.5. Menger e a teoria económica das instituições sociais 3.6. A Methodenstreit, ou a polémica sobre os métodos 4. Böhm-Bawerk e a teoria do capital 4.1. Introdução 4.2. A acção humana como conjunto de etapas subjectivas 4.3. Capital e bens de capital 4.4. A taxa de juro 4.5. Böhm-Bawerk contra Marshal 4.6. Böhm-Bawerk contra Marx 4.7. Böhm-Bawerk contra John Bates Clark e o seu conceito mítico de capital 4.8. Wieser e o conceito subjectivo de custo de oportunidade 4.9. O triunfo do modelo de equilíbrio e do formalismo positivista 5. Ludwig von Mises e a concepção dinâmica do mercado 5.1. Introdução 5.2. Breve resenha biográfica 5.3. A teoria da moeda, do crédito e dos ciclos económicos 5.4. O teorema da impossibilidade do socialismo 5.5. A teoria da função empresarial 5.6. O método da economia política: teoria e história 5.7. Conclusão 6. F. A. Hayek e a ordem espontânea do mercado 6.1. Introdução biográfica 6.2. Investigações sobre o ciclo económico: a descoordenação inter-temporal 6.3. Polémicas com Keynes e a Escola de Chicago 6.4. O debate com os socialistas e a crítica à engenharia social 6.5. Direito, legislação e liberdade 7. O renascimento da Escola Austríaca 7.1. A crise da análise de equilíbrio e do formalismo matemático 7.2. Rothbard, Kirzner e o ressurgimento da Escola Austríaca 7.3. O actual programa de investigação da Escola Austríaca 7.4. Resposta a alguns comentários críticos 7.5. Conclusão: uma avaliação comparativa do paradigma neoclássico Bibliografia |